Travessia - Álvaro Villaça Azevedo

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Descrição

Livro usado em bom estado de conservação.

 

Sinopse:

O autor iniciou esta obra aos dezesseis anos de idade à flor da juventude rebelde traçando em fascículos sob métrica parnasiana cânticos de dores e de amores com realidade e imaginação que fazem o espírito do poeta vagar entre o céu e a terra com a verdade sublimada no equilíbrio da linha do horizonte onde o azul celeste se confunde com o azul do mar. Os versos vão seguindo pela vida atribulada do poeta que faz críticas à realidade que enternece no amor e sente as injustiças do mundo mostrando que a vida deve ser vivida pelos seus momentos alegres ou em sonhos que afastem os pesadelos da existência. A obra é marcada pela exaltação à natureza pelos temores da vida e da morte que leva o poeta à morada do amor e dos sonhados ideais de perfeição. A métrica e a rima caem nos versos naturalmente com a música que talhou em seu espírito o sentimento dos compassos e dos ritmos que são parte de sua vida. Cada sentido cada atropelo mostra do cinzel o zelo o desejo férreo de contar com a dureza das palavras a leveza e o estímulo do belo e do irreal. Em certo momento da vida do poeta com influência do modernismo tenta ele sair das métricas e das rimas mas no fundo mesmo nessa liberdade sente-se ele preso a seus pendores naturais em que os sons melhor se amoldam nas medidas que vestem o sentimento que faz vibrar o estro e cantar a lira. O moderno não faz bem ao autor que voltou ao parnasianismo sem romper definitivamente com o elemento romântico. No final desta obra que apresenta versos do período de 12 de junho de 1953 até 17 de novembro de 1973 está o poeta com mais de vinte e seis anos tendo continuado a criação de seus versos que em futuro não sabe quando poderão vir a lume. Neste trabalho portanto dez anos de existência desenrolam-se em gritos e lamentos de amor e de felicidade que levaram adiante louvores e protestos nos encontros e nos desencontros dos caminhos nas retas alucinantes de velocidade nas curvas relutantes de tangentes e nas encruzilhadas das incertezas. Tantas foram as horas sonhadas que parece que foram vividas ao lado da própria realidade das trilhas e dos problemas existenciais. Às vezes o som duro da bigorna malhada desvanece-se em amor e paz que leva à tranquilidade do pairar nas nuvens calmas de um celestial abrigo. Viver os sonhos é o que recomenda o poeta pois neles se encontra a luz do absoluto e do eterno que resvala na realidade deste mundo. No final alguns versos soltos mais recentes."

Editora: Ateniense

Páginas: 375

Ano 1996